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Como produzir um vídeo de sucesso para o YouTube

O YouTube tem grande influência sobre conteúdos e culturas hoje no mundo inteiro e isso não é à toa, 1,5 bilhão de pessoas no mundo conectam o site todo mês e só no Brasil são 98 milhões de pessoas logadas no YouTube. Com esses números concordamos quando a própria rede afirma que “se você está online, uma hora vai dar play aqui”. Então é bom você investir no formato multimídia e começar a produzir vídeos para o YouTube.

Por que preciso produzir vídeo?

A necessidade das pessoas que procuram o YouTube hoje é solucionar problemas que elas possuem e os vídeos costumam trazer essa solução de forma rápida, prática e principalmente de fácil entendimento. O papel das empresas que vão produzir vídeos no YouTube é justamente atender essa demanda e ajudar seus clientes a entenderem os serviços/produtos que adquirem.

Antes de começar produzir vídeos é necessário saber quem é o seu público, ou seja, para quem o material vai ser criado. Somente com essa informação você vai conseguir definir qual é o tipo de conteúdo que você vai produzir, os assuntos que vai abordar, quantas vezes vai publicar no YouTube e tudo o que envolve a criação de conteúdo em vídeo. Além disso, você saberá como posicionar e otimizar o seu canal para conseguir atrair uma audiência cada vez maior e um público cada vez mais relevante.

Mas então: Como se destacar no youtube com tantos vídeos e conteúdos nas redes? O que precisa ser feito para se tornar um diferencial e ter um material efetivo?

Camilo Coutinho, estrategista digital (que palestrou no RD Summit em 2017), ensinou um novo termo para começar uma estratégia no canal de youtube. O termo que ele utilizou foi CEQC, que significa: Conteúdo, Estratégia, Qualidade e Consistência. Esses 4 pontos são essenciais para que seja possível se destacar dentre os vários vídeos que estão upados no YouTube.

Vamos entender o que cada letrinha dessa significa e o que podemos fazer para produzir um vídeo de sucesso e engajar o público com o canal:

1- C de Conteúdo: A parte principal do vídeo

É necessário ter um planejamento do conteúdo que vai virar vídeo. Para engajar o público é importante que o conteúdo seja de qualidade, para isso, a pessoa que vai pensar no conteúdo deve dominar o assunto. Se não domina, é preciso estudar, pesquisar, perguntar para o seu público o que eles querem saber. Peça ajuda da equipe, faça brainstorm, converse com os especialistas.

Tudo isso fará uma enorme diferença no conteúdo final, pois ele foi pensado e planejado com todos os detalhes e é a partir dessas ideias e definições iniciais que é possível começar a produzir o vídeo.

Mas claro, comece pelo roteiro e só depois vá para a gravação. O roteiro é o seu guia, com ele você cria a estrutura e a ordem de todo o conteúdo que será mostrado no vídeo, sem ele você pode acabar esquecendo de alguma informação importante.

Manter a produção de vídeo atrelada aos conteúdos do site e blog é uma ótima estratégia para aproveitar ao máximo todo o material produzido. Uma boa maneira de fazer isso é ter um vídeo que acompanhe um post do blog, tanto adicionar o vídeo ao texto escrito, quanto o contrário. Reutilize os conteúdos que já estão prontos em novos formatos.

2- E de Estratégia: Defina seu posicionamento

Quantos vídeos por semana? Como divulgar o vídeo? Onde divulgar além do YouTube?
Essas são as primeiras perguntas que devem ser feitas antes de começar a produzir os vídeos no YouTube, pois é necessário ter em mente qual será a frequência do material e a forma de divulgação para colocar no cronograma a produção e compartilhamento dele.

Além da divulgação é importante se preocupar com os resultados orgânicos: coloque sempre um bom título, descrição coerente com o conteúdo e tags relevantes. Sempre seguindo as práticas de SEO para ajudar o Google a entender onde o seu vídeo se encaixa exatamente e em quais pesquisas ele deve aparecer.

3- Q de Qualidade: Temática, Identificação, Valor e Seja incrível

A estratégia está definida, o conteúdo foi estudado e roteiro está pronto, mas e agora? Bom, o sucesso do canal no YouTube não depende apenas disso. A qualidade é primordial para receber um retorno da sua audiência. E quando falamos de qualidade não é apenas da parte técnica e equipamento, é sobre o conteúdo também.

O conteúdo precisa ter relevância, tem que responder e solucionar as dúvidas do seu público e deve ter coerência. Por isso, é tão importante saber para quem o vídeo está sendo direcionado – e isso é pensado lá na primeira etapa de planejamento

Mas o que todo mundo quer saber é: como tornar o conteúdo compartilhável? Como produzir um vídeo de sucesso? Você pode seguir as quatro dicas abaixo:

  • Temática: procure saber o que está bombando nas mídias sociais, quais assuntos estão sendo falados e o que está na moda. Depois pense se faz sentido para o seu negócio “entrar na onda”, se não fizer, avalie se vale a pena investir tempo e dinheiro em algo que chama menos atenção.
  • Identificação: com a segmentação de público feita, você já sabe quais são os gostos da sua audiência. E também sabe que o que o público “A” gosta e precisa, nem sempre é o que público “B” deseja. Criar uma identificação entre os diferentes perfis é essencial, tente uma estratégia de aproximação com eles usando assuntos ‘coringa’ – que agrada todo mundo.
  • Valor: agregue valor para a sua audiência oferecendo vídeos úteis e relevantes. De acordo com o próprio YouTube, tutoriais estão entre os vídeos mais assistidos. E isso, se deve ao que foi falado anteriormente, pessoas procuram solucionar seus problemas e os vídeos tutoriais dão o passo a passo.
  • Seja incrível: ter qualidade é se esforçar e trabalhar duro, não é apenas sentar e criar um vídeo da noite para o dia. Defina um porque para o vídeo – um propósito e pense com carinho em quem irá receber esse conteúdo – tenha empatia.

4- C de Consistência: Aumentar a relevância

É preciso manter uma consistência, tanto de frequência de publicação quanto de identidade. Isso aumenta a credibilidade do canal pois mostra uma preocupação e responsabilidade com o material produzido – o que transmite muita confiança para o público.

Quanto maior a frequência de publicação, maior é o contato com a audiência. E melhor ainda se forem vídeos periódicos, assim o público que gosta e acompanha, vai sempre procurar por um novo conteúdo sempre naquela mesma semana ou dia.

Manter a identidade é fazer vídeos com estruturas parecidas ou playlists com temas semelhantes. Isso agrega valor e aumenta a relevância para o canal. Além disso, facilita a procura pois o usuário vai conseguir encontrar com mais facilidade o tema procurado, ou a playlist.

Como criar roteiros?

É apenas com o roteiro em mãos que o vídeo vai começar a ser produzido. Por mais que muitos não achem importante o roteiro, os furos de conteúdo e falta de informação nos vídeos podem acontecer sem ele e com isso, gerar retrabalho e perda de qualidade no produto final.
Mas existe uma receitinha que vai ajudar na criação do roteiro para produzir o vídeo. Apenas utilizando algumas perguntas básicas é possível chegar no conteúdo perfeito.

  1. Quem é o cliente?
  2. O que a empresa faz?
  3. Quem compra?
  4. Quando compra?
  5. Diferencial?
  6. O que acontece se não comprar?

Esse é um direcionamento fácil para começar o conteúdo. Mas pode ser mais completo ainda como:

  1. Descrição das cenas
  2. O que acontece?
  3. Vai ter trilha sonora?
  4. Onde vai ser feito a edição?
  5. Vai ter locução?

Com todo esse direcionamento fica mais fácil trabalhar com o conteúdo, iniciar o roteiro e captar as imagens. Esse alinhamento antes da gravação é essencial para que o material saia com qualidade, sem furos e também facilita todo o processo das pessoas envolvidas na produção do vídeo.

Dicas Bônus

Vídeos curtos ou longos?

O ideal é trabalhar com vídeos de até 1 minuto para trazer mais pessoas para o canal, se elas aceitarem bem o seu conteúdo, irão procurar outros vídeos. Mas, lembrando que é importante que todo o conteúdo seja passado, não adianta fazer vídeos curtos sem soluções ou explicações do assunto. Não tente alongar desnecessariamente os conteúdos curtos e acabar ‘enchendo linguiça’ ou encurtar os conteúdos longos e no fim não explicar nada. Cada tipo de conteúdo demanda um tempo de explicação e apresentação.
Mas se você ainda tem dúvidas sobre a duração dos vídeos, siga essa dica. Ela é apenas uma orientação, você não precisa seguir essa regra sempre.

  • Vídeos Curtos – para quem ainda precisa de uma explicação melhor de você ou do seu produto
  • Vídeos Longos – para quem já conhece você ou seu produto

Thumbnail

thumbnail é a famosa miniatura de imagens ou a capa que aparece nos vídeos do YouTube. Ela é extremamente importante para que o público se interesse pelo conteúdo que vai ser apresentado, pois ela é o primeiro contato da audiência com o seu canal. A thumbnail serve para diferenciar o seu vídeo dos outros que são relacionados nas sugestões do YouTube, ela precisa chamar atenção necessária e deve ser feita de uma forma que mostre o propósito e a identidade do seu canal.

Para criar uma thumbnail ideal ela precisa ter algumas características:

  • Pouco texto: para não atrapalhar a legibilidade
  • Em caso de vídeos em série: utilize numerações (ex 1, 2, 3)
  • Ícone ou logo do canal: para manter a identidade
  • Área útil: a informação importante deve ficar no lado esquerdo na horizontal, pois o demonstrativo de tempo ocupa o espaço oposto
  • Não faça todas idênticas: pois isso fica monótono e não chama atenção

Conteúdo periférico

A produção de conteúdo não acaba quando o vídeo é finalizado. Do vídeo principal você pode criar diversos tipos de conteúdos em outras mídias e formatos. Uma ideia é utilizar o vídeo criando um teaser ou um gif animado a partir dele. Pode ser feito um vídeo no formato quadrado com legenda, capturar uma foto de frame, lançar um meme do conteúdo e mais.
Outra oportunidade que pode ser aproveitada é fazer o making of gravando os bastidores da produção ou utilizar o vídeo em posts de blog e no site. O objetivo é aproveitar ao máximo o conteúdo produzido.

Para relembrar:

  • Foque na audiência
  • Saiba o que o seu público procura e o que ele precisa
  • Solucione os seus problemas
  • Planeje seu conteúdo
  • Crie um conteúdo bom e de qualidade
  • Crie o roteiro completo
  • Divulgue e cuide do SEO
  • Chame a atenção com a thumbnail

A construção da sua audiência dentro do YouTube é muito importante, e ela depende única e exclusivamente da produção de material. Não adianta querer alcançar um grande número de pessoas se os vídeos são postados a cada 2 meses. Precisa ter uma frequência e para isso, o planejamento inicial é essencial.

Fonte: Host


Quando criar e hospedar um site: a história do Fernando

Hoje vamos contar a história do Fernando Andrade, instrutor de ginástica em academias e personal trainer, nascido e criado em Porto Alegre. Há mais ou menos um ano e meio, tem se instigado a lançar um site com os principais serviços e materiais que oferece. Aos 27 anos decidiu que, quando completar 28, quer investir e trabalhar apenas como personal trainer, buscando mais clientes e divulgando seu trabalho de forma assertiva e prática. A história é mais ou menos assim…

Novembro de 2017

Entre os intervalos das concorridas aulas, Fernando comentou sobre o projeto e um dos alunos prontamente indicou um desenvolvedor com quem já havia feito trabalhos semelhantes. Sem perder tempo, Fernando enviou uma mensagem via WhatsApp e, minutos depois, estavam alinhados sobre como seria o projeto.

Em um café próximo à rede de academia na qual Fernando passa boa parte dos dias, aconteceu a primeira reunião. Foi então explicado como seria feito o primeiro passo do projeto: decidir qual domínio registrar o site.

Como típico libriano, Fernando estava indeciso sobre qual endereço registrar sua página. Levou exatamente quatro longos e pensativos dias para que tivesse um insight, durante uma de suas corridas matinais e, finalmente, conseguisse decidir qual domínio usar.

O passo 2 veio acompanhado da seguinte questão: qual serviço de hospedagem atenderia às necessidades do projeto? Para entender melhor essa parte um pouquinho mais técnica, Fernando lembrou da explicação que o profissional de TI havia dado usando uma simples analogia: “é como se o domínio fosse o endereço e o serviço de hospedagem fosse a casa do site”. Ele sabia que diversas empresas oferecem o serviço e que, portanto, valeria a pena pesquisar antes de decidir pela ideal.

A primeira constatação foi a de que seria mais vantajoso contratar um plano de hospedagem anual, já que o site é um projeto longo, com investimentos e retornos que podem ser de médio e longo prazo. Fernando percebeu que os planos anuais têm melhor custo-benefício, pois possuem atrativos descontos – tudo o que ele precisava naquele momento. Além disso, ao contratar o plano anual, ele receberia um suporte para acompanhá-lo durante o trajeto do seu primeiro projeto online, dando segurança e sanando suas dúvidas a qualquer momento.

Dezembro 2017

Lá pela quarta ou quinta conversa com o desenvolvedor, veio o consenso de que a melhor plataforma para construção do site seria WordPress, uma vez que Fernando assumiria a responsabilidade de abastecer o projeto com conteúdos. O WordPress é o que muitos desenvolvedores chamam de CMS, que é sigla em inglês para Content Management System: sistema gerenciador de conteúdos – um dos mais utilizados tanto pela facilidade quanto pela flexibilidade em design.

Fevereiro 2018

Numa manhã quente de quarta-feira, enquanto passava café e se preparava para correr, Fernando recebe a mensagem de que o site havia ficado pronto.

O endereço da página já havia sido previamente atualizado nos cartões que ele usaria para prospectar potenciais futuros clientes nas academias, e as ideias de email marketing para divulgar a novidade já estavam também preparadas. A ansiedade começou a bater.

Naquela mesma semana, Fernando e o desenvolvedor se encontraram mais duas vezes para revisar pequenos detalhes do site até que tudo estivesse finalmente pronto. Era hora de publicar o projeto.

Abril 2018

Já fazia dois meses que o site estava no ar e, graças ao network que Fernando construiu ao longo da carreira, o número de visitas crescia bastante. Em um dos raros almoços que conseguia fazer com sua noiva, a nutricionista Priscila, surgiu a ideia de criar um canal no site com dicas de alimentação, uma das principais bandeiras defendidas por Fernando durante seus treinos e aconselhamentos profissionais.

Junho 2018

Durante uma das análises de audiência do site, Fernando constatou que o canal de nutrição vinha sendo a área com maior número de acessos e decidiu explorar ainda mais o assunto investindo em conteúdos ricos e relevantes. Com a ajuda de sua noiva, optaram por criar palestras online e interativas, com o objetivo de ser ainda mais colaborativo e alcançar um número maior de pessoas. Uma estratégia que, meses depois, traria um excelente resultado.

Setembro 2018

O aniversário de Fernando se aproxima, bem como a meta de focar apenas no trabalho como personal trainer, encerrando suas atividades como instrutor de academia. O site vinha trazendo bons resultados, o número de alunos havia crescido consideravelmente. Chegava  também o momento de renovar o plano de hospedagem anual do site e traçar novas estratégias para o crescimento da empresa.

Outubro 2018

Fernando completa 28 anos e começa a focar apenas no trabalho como personal trainer.

Fevereiro 2019

O site completa o primeiro de vários anos no ar.


5 Tipos de Email Marketing

Aqui você encontrará informações relevantes sobre cada um. Para explorar da forma mais adequada e coerente cada tipo de e-mail marketing, é importante conhecer bem a sua base de cliente e, claro, segmentá-la de forma orientada a resultado.

1. Newsletter

Este, com certeza, é o tipo mais popular e pode ser considerado como o passo inicial no universo do email marketing. Apesar de visar, também, o aumento de vendas, o foco principal aqui é o conteúdo. Ou seja, o envio periódico de informações relevantes para o destinatário.

Se você possui um site de conteúdo, onde publica artigos e outros materiais semelhantes, é uma excelente forma de manter seus leitores atualizados das últimas publicações. Mas caso seu site for uma loja virtual, pode ser uma boa maneira de trabalhar um funil de vendas e disponibilizar conteúdos relacionados ao seu produto. Uma loja que vende itens de cozinha, por exemplo, poderá enviar receitas que façam uso de equipamentos oferecidos através da Newsletter. Se você possui uma empresa que presta um serviço para outras empresas, poderá enviar uma Newsletter compilando notícias relevantes daquele segmento de mercado.

O importante aqui é identificar qual assunto é do interesse da sua base e qual a melhor maneira de abordá-lo. Feito isso, você poderá intercalar com emails focados totalmente em conversão e, assim, criar uma estratégia pensando no funil de vendas.

2. Emails de Lançamento

O email marketing é um excelente canal para divulgação de novos produtos ou serviços. Algumas empresas, como a Apple, enviam pouquíssimos emails ao longo do ano para a sua base, mas nunca deixam de comunicar lançamentos. O ideal é que o template explore tudo o que você considera importante comunicar sobre o lançamento: imagens, preço, principais características, diferenciais e etc.

É recomendável aproveitar o buzz gerado pelo lançamento e enviar primeiramente um teaser, falando que “vem aí uma novidade” e depois, então, enviar o email de revelação, onde estará o lançamento em si. Isso gera curiosidade e pode elevar a taxa de abertura do email principal. Outro ponto importante é dar exclusividade para a sua base de clientes, afinal, eles se cadastram para receber primeiro. Então comunique um lançamento para a sua base de clientes com exclusividade e, posteriormente, divulgue no site para o restante.

3. Emails transacionais

Aqui entra o que podemos considerar uma estratégia de CRM, ou seja, customer relationship management. Que em português é a gestão do relacionamento com o cliente. Estes emails são aqueles como os de aniversário, ou lembrando há quanto tempo o destinatário é seu cliente. Emails de confirmação de compra, trocas de senha ou até mesmo lembretes de renovação ou informativos como aqueles lembrando que já faz um ano que o cliente não realiza uma nova compra.

Esses emails costumam ser automatizados, pois sua necessidade de envio varia de acordo com a atividade de cada cliente. Ou seja, somente quem solicitou uma troca de senha, receberá o email. Cuide para que não se torne algo massante e que esses envios não acabem competindo diretamente com o restante.

4. Campanhas de Vendas

Aqui o foco é conversão. Envie emails com campanhas específicas para expor produtos, descontos e condições especiais. É o momento de divulgar descontos mais agressivos e de fazer uso do senso de urgência, como em promoções que duram 24h, por exemplo. Estes são emails de final de funil e focam totalmente em atrair o cliente para a compra. O desafio começa no assunto do email, pois é a abertura que poderá garantir o restante.

5. Email de Engajamento

Você já deve ter recebido algum email com o assunto “sentimos sua falta”. Ele é comumente utilizado quando segmentamos a base com pessoas que costumavam abrir os emails, mas, por alguma razão, pararam de engajar. Em casos assim, depois de algum tempo sem perceber qualquer interação, vale enviar um email visando o reengajamento para que o cliente se sinta encorajado a voltar a interagir com os seus envios e acompanhar o seu conteúdo. Se ele não estiver mais interessado, poderá aproveitar para fazer o descadastramento, o que não será de todo ruim, pois é mais relevante focar dinheiro e esforços em quem irá, de fato, engajar com os seus emails.

Esses são modelos muito tradicionais e comumente utilizados, mas sempre podemos tentar abordagens novas e usar a criatividade para fazer algo que seja mais relevante para a nossa base de clientes e que possa trazer resultados ainda melhores.


Como reduzir custos na empresa: 5 medidas práticas

Quando se fala em como reduzir custos na empresa, o ideal é fazer um planejamento cuidadoso, analisar seus KPIs financeiros e de produtividade, e tomar as decisões baseadas em dados.

Mas enquanto você estuda as melhores maneiras de reduzir custos e de ter ideias para melhorar a empresa em médio prazo, algumas outras medidas de curto prazo podem ser adotadas mais rapidamente, dando início imediato a este processo para se alcançar resultados com mais celeridade.

5 dicas de como reduzir custos na empresa rapidamente

Rápidas de adotar e pôr em prática, estas medidas podem surtir efeito em curto espaço de tempo.

1- Auditoria de pagamentos recorrentes

É uma medida extremamente simples e rápida para diminuir despesas na empresa.

Você pode achar exagero, mas se for pesquisar a quantidade de assinaturas de revistas, provedores de internet, bancos de imagens, linhas de telefone celular e fixo, mensalidades de associações e até alguns serviços SaaS que estão sendo subaproveitados ou mesmo esquecidos em sua empresa, não é difícil reduzir um valor considerável em saídas mensais.

A auditoria pode ser feita em um dia, os cancelamentos em 2 ou 3 e os efeitos começarão a ser sentidos já no mês seguinte.

2- Terceirização via crowdsourcing

É importante notar que o uso do crowdsourcing não vai se transformar em um pagamento recorrente, mas pode substituir por um preço bem mais em conta serviços que são necessários em seu negócio, tornando-se um mecanismo eficiente de como reduzir os custos na empresa.

Assim, atividades como a criação de materiais de marketing e divulgação de sua empresa (We Do Logos e Workana); transporte de executivos (Uber); despesas de viagens de negócios com hospedagem (AirBnB); limpeza de escritórios (Blumpa); reparos, manutenção e até programação (GetNinjas), entre muitos outros, podem ser reduzidas sem esforço e com resultados imediatos.

3- Comunicação, troca de arquivos e reuniões pela nuvem

As pessoas falam muito das tecnologias de computação em nuvem, mas parece que isso se tornou mais um termo da moda, juntamente com “transformação digital”, no lugar de ser usada efetivamente em ações de como reduzir custos nas empresas.

Em primeiro lugar, reuniões que antes teriam que ser feitas por meio de deslocamentos, em alguns casos até entre cidades, poderão ser feitas com auxílio de videoconferências e, inclusive, incorporar recursos como compartilhamento de telas e troca ágil de arquivos.

Outra medida muito simples e que reduz custos rapidamente: usar drives compartilhados na nuvem, substituindo servidores caros de adquirir e manter (aliás, outra despesa recorrente que desaparece: suporte técnico para manutenção dos servidores!).

Sem falar que a colaboração e a produtividade no trabalho aumentam, com a possibilidade de ser armazenar, compartilhar e até editar simultaneamente arquivos de texto, planilhas e apresentações de slides em tempo real e de onde o funcionário estiver.

4- Estimular o home office

Ao contrário do que muitos afirmam, estudos mostram que o trabalho home office aumenta a produtividade, em vez de estimular o ócio.

E, nesse contexto, além de seu funcionário ficar mais motivado e produtivo trabalhando em casa, ao se estabelecer em seu home office sua empresa cortará uma série despesas que tinha com ele, tais como:

  • Gastos com auxílio transporte
  • Custo de energia elétrica para manter equipamentos ligados
  • Despesas com a manutenção de equipamentos, móveis e utensílios
  • Custos com aquisição de materiais e suprimentos de escritório

E até a diminuição das despesas com aluguel de salas, pois uma grande parte dos colaboradores estará alocada remotamente.

5- Adoção de softwares de gerenciamento e produtividade em versão Freemium

Dependendo do tamanho de sua empresa, talvez as versões Freemium sejam insuficientes, pois apesar de gratuitas, tem menos funcionalidades, mas é possível usar ferramentas de CRM (Agendor e Hubspot), de modelagem de processos de negócios (HEFLO) e até de integrações de aplicativos baseados na nuvem (Pluga) em versões gratuitas que, no futuro, podem ser convertidas nas versões pagas, assim que a empresa estiver pronta a voltar a investir em seu crescimento.

Você pôde perceber que não é preciso quebrar a cabeça em busca de verdadeiras inovações disruptivas na hora de achar meios de como reduzir custos na empresa.

Com um pouco de criatividade, o auxílio da tecnologia e da internet, muitos dos seus gastos corporativos podem ser reduzidos rapidamente.

Este texto foi escrito pela equipe do HEFLO, um software de modelagem BPMN intuitivo e hospedado na nuvem.


Os 3 destaques da metodologia ágil: lean, scrum e kanban

Sempre que se fala em metodologia ágil, muitos a associam àqueles post-its coloridos, colados em um quadro branco, e que as pessoas ficam arrancando e colando, conforme levam seus projetos adiante.

Na verdade, esta é apenas uma das muitas maneiras de se conduzir e aplicar a metodologia ágil na gestão de projetos, equipes e negócios.

Nesta postagem, você vai conhecer a origem da metodologia ágil e um pouco mais sobre estas 3 maneiras de empregá-la em sua empresa: o lean, o kanbam e o scrum.

Metodologia ágil: guia de referência rápidas

Definição e origem das metodologias ágeis

A metodologia ágil é mais do que um conjunto de regras ou procedimentos, trata-se de uma maneira de se pensar, quase uma filosofia.

Basicamente a metodologia ágil se baseia em 3 fatores principais

  • Foco no cliente (que deve ser consultado constantemente)
  • Trabalhar com pequenos avanços incrementais, chamados de iterações
  • Teste dos progressos e validação antes de prosseguir

Na verdade, a metodologia ágil surgiu do Manifesto Ágil, uma iniciativa de desenvolvedores de softwares que estavam cansados de métodos engessados e improdutivos para sua área.

Veja seus 4 princípios fundamentais:

  • Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano

Com o passar do tempo, a metodologia ágil passou a ser adotada em diversas áreas, como gestão de equipes e projetos, no desenvolvimento de produtos e até no chamado gerenciamento ágil de marketing.

Metodologia lean

Na verdade, o lean é muito anterior ao manifesto ágil, surgiu no Japão do pós-guerra, nas fábricas de automóveis que queriam ser mais produtivas.

Acontece que projetos lean são bastante eficientes se incorporarem os conceitos ágeis em sua execução. Afinal, lean significa enxuto, sem excessos ou desperdícios, algo que vai ao encontro de tudo que as metodologias ágeis propõem.

Existem diversas ferramentas lean (como o 5s e o just in time) que devem ser usadas para combater os 7 desperdícios que trazem ineficiência e diminuem a produtividade nas empresas.

Veja quais são esses 7 desperdícios:

  1. Espera
  2. Defeito
  3. Transporte
  4. Movimentação
  5. Excesso de estoque
  6. Excesso de produção
  7. Processamento desnecessário

Posteriormente, o conceito de lean foi adaptado por Eric Ries, em seu famoso livro, Lean Startup.

Kanban

metodologia kanban agile também teve origem no Japão, com o objetivo de racionalizar o uso de estoques e permitir que os recursos só fossem disponibilizados no exato momento em que fossem necessários, o chamado just in time.

Para isso, eram usados cartões coloridos que indicavam quando os materiais deveriam ser levados para produção.

Com o tempo, o conceito extrapolou seu uso apenas em linhas de produção e passou a ajudar a gerenciar outros tipos de processos, equipes e projetos.

Basicamente, se usam quadros com colunas em quem se definem estágios de um fluxo de trabalho, geralmente estes:

  • Tarefas (ou To Do)
  • Planejar
  • Desenvolver
  • Testar
  • Implantar
  • Feito (ou Done)

Conforme as tarefas seguem este fluxo, elas vão sendo deslocadas para a coluna seguinte, permitindo que se tenha um ótimo controle visual de quantas tarefas estão em andamento, em que estágio se encontram e se alguma delas está travada em alguma etapa do processo.

Scrum

metodologia agile scrum é mais uma evolução dos métodos anteriores e também muito usada no desenvolvimento de softwares.

Neste caso, as iterações incrementais e a validação com clientes são levadas ao seu extremo, por meio de algumas regras e procedimentos até rígidos, que os adeptos do scrum usam fervorosamente, veja alguns deles:

  • Dono do produto: integrante da equipe que deve atuar como um defensor dos clientes e fazer de tudo para que o projeto atenda seus interesses.
  • Scrum Master: responsável pelo cumprimento dos procedimentos scrum sem desvios ou atalhos.
  • Daily Scrum: uma rápida reunião pela manhã, antes de se iniciar o trabalho, para que todos falem dos desafios do dia anterior.
  • Sprint Review: as iterações no scrum são divididas em sprints. Em um sprint review tudo que foi implementado pelos membros da equipe nesse período é apresentado para o resto do grupo.
  • Sprint Retrospective: planejamento do próximo sprint com base no aprendizado adquirido no anterior.

Como você viu, o método ágil scrum é bastante específico e bem estruturado.

Nesse sentido, alguns críticos até consideram que está havendo exageros em sua aplicação e, novamente, se está engessando o processo.

E você, que achou da metodologia ágil e destas 3 formas de usá-la na empresa? Independente de qual delas escolher, agile, scrum ou kanban, pode ter certeza de uma coisa: elas são extremamente eficientes e, se bem aplicadas, trazem excelentes resultados.

Este texto foi escrito pela equipe do HEFLO, um software de modelagem BPMN intuitivo e hospedado na nuvem.


2017 – O Ano da Encriptação

Final do ano sempre é um momento de fazer retrospectivas. 2017 foi provavelmente o ano da encriptação, o mais seguro para donos de site em muito tempo, isso porque o Google lançou vários updates que acabaram disciplinando as pessoas a terem SSL em suas páginas.

Também foi o ano em que o Google Chrome, em sua versão 56. começou a dedurar as páginas que não possuem HTTPS, indicando elas como “não seguras”. Até mesmo o WordPress anunciou que não promoverá mais parceiros de hospedagem que não forneçam certificado SSL por padrão em suas contas.

Em um resumo mais completo, preparamos o infográfico abaixo para destacar os principais pontos que rolaram em 2017.